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Origem
A raça foi desenvolvida, por
volta de 1795, no condado de Sussex, na Inglaterra, por
Fuller of Rosehill, Conde de Sussex. Ele procurava um cão mais adaptado para
capturar as aves que se encontravam em
meio aos espessos arbustos da região. Em sua busca pelo cão adequado para suas
necessidades o Conde cruzou exemplares de Liver
and White Norfolk, Field Spaniel e Springer Spaniels. |
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A raça foi uma das
dez primeiras a ser admitida no Stud Book quando da criação do American
Kennel Club em 1884. No entanto, após a segunda guerra, em 1945, apenas 5
exemplares da raça subsistiam.
Atualmente essa raça é bastante
rara, sendo mais fácil encontrar exemplares nos Estados Unidos do que em sua
Inglaterra natal.
Características
O Sussex Spaniel é um cão de
médio porte (33 a 41 cm) e de patas curtas, ou seja, é mais longo do que alto,
como um bassê, por exemplo. Ele é muito massivo, musculoso e forte (20kg). Sua
pelagem, abundante e ligeiramente ondulada, é de cor completamente fígado
dourado, podendo ter uma pequena mancha branca no peito, apesar disso não ser
desejado pelos criadores.
Os cães dessa raça tem uma
expectativa de vida de aproximadamente 12 anos e os principais problemas de
saúde associados à raça são a surdez, infecções nos ouvidos e displasia. Os Sussex também têm tendência a obesidade razão pela qual deve ser exercitado
regularmente. |
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Comportamento
Os cães dessa raça são bastante
enérgicos e dóceis com seus donos. Mais calmos que Cockers Spaniels e mais
agitados do que o Clumber Spaniel, o Sussex Spaniel é um bom cão para famílias
com crianças.
Porém, podem ser desconfiados
com estranhos e bastante cabeçudos de modo que é recomendado que sejam
treinados desde a mais tenra idade.
Além disso, é importante destacar, que ao desenvolver a raça seu criador queria
um spaniel que latisse ao caçar. Sendo assim, o Sussex Spaniel pode se revelar
bastante barulhento. |