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Os indivíduos jovens são agressivos o
suficiente para atacar qualquer peixe de tamanho semelhante, apesar de não
se importarem com espécies menores. Os adultos são mais tranqüilos.
Distribuição:
Flórida, Bahamas, golfo do México e costa setentrional da América do Sul.
Ocasionalmente, pode ser visto também no litoral brasileiro.
Ambiente:
Florestas de corais. Os anjos – rainha raramente se afastam mais do que
alguns metros dos recifes. Tamanho: Em
cativeiro, atingem até 30cm de comprimento. No mar, o comprimento médio é de
45cm.
Dimorfismo
sexual: Não há diferenças visíveis entre os sexos.
Reprodução: São ovíparos,
mas a reprodução em cativeiro é difícil.
Comportamento
Curiosos e ativos, os anjos–rainha nadam em todos os níveis da água,
explorando o ambiente e procurando alimento. São territorialistas e podem
atacar outros peixes de tamanho e características semelhantes. Apesar de,
nas florestas de corais, viverem aos pares, preferencialmente, deve ser
mantido apenas um espécime no aquário. Estes peixes se tornam mais
tranqüilos à medida que crescem.
Como
cuidar
Antes de adquiri-lo, é preciso
lembrar que, mesmo se adaptando com facilidade à vida em cativeiro,
esses peixes são suscetíveis às especificações da água. Antes de se
conseguir a estabilidade do ambiente – o que leva de 3 a 4 meses –, não
convém ter esses peixes. O aquário ideal para eles é aquele em que os
níveis de amônia e nitrito estão indetectáveis.
O primeiro peixe do tanque não
deve ser grande demais, porque os adultos nadam pouco e tem menor
capacidade de adaptação. Também não deve ser pequeno demais (menos de
5cm) porque os filhotes novos requerem muito alimento. Além disso, seu
desenvolvimento em cativeiro é incompleto: o peixe permanece com as
listras verticais.
Quando for comprar, deve-se
verificar as condições gerais do peixe. Pode-se pedir ao lojista que dê
um pouco de ração, para verificar se estão aceitando ração e respondendo
rapidamente ao estímulo.
Os peixes com abdômen muito comprido
indicam que não estão sendo alimentados adequadamente. Eles podem morrer
por desnutrição ou estresse do cativeiro e morrer em poucos dias.
Respiração muito rápida também
indica problemas. Pode ser infecção ou má qualidade da água.
Nadadeiras rotas e falta de
escamas são sinais de incompatibilidade com algum outro peixe do tanque.
Esse quadro é favorável à instalação de fungos e bactérias.
A alimentação variada permite o
desenvolvimento adequado e a manutenção de suas cores vivas. Esses
peixes aceitam qualquer tipo de comida em cativeiro, mesmo sendo
vegetarianos na natureza. As presas vivas são excelentes fontes de
proteína e podem ser oferecidas uma vez por semana. Aquário: O
volume do tanque, comunitário, deve ser de no mínimo
400 litros. São muito
suscetíveis às alterações físicas e químicas do seu ambiente. Água: pH de
8,2, temperatura em torno de 26ºC.
Decoração:
Estruturas de corais mortos, formando esconderijos. Num aquário plantado, o
peixe roerá as algas, mas convém manter algumas, que auxiliam na
manutenção dos níveis de nitrato. O substrato pode ser de areia, com alguns pedregulhos
soltos.
Iluminação:
Forte, podendo incidir diretamente em alguns pontos do tanque. É necessário
reduzi-la à noite.
Alimentação:
Onívoros e pouco exigentes. Aceitam ração floculada, alimento vivo e
congelado. Convém enriquecer a dieta com espinafre ou alface picados,
oferecidos uma vez por semana.
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